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Junho/2010
Campanha Salarial 2010
Assembleias aprovam nossas reivindicações
As Assembleias Gerais promovidas pelo Sindicato, entre os dias 7 e 11 de junho, em todos os municípios da base, na microrregião, aprovaram a pauta de reivindicações para início das negociações coletivas com os patrões do Comércio. A pauta inclui reposição integral da inflação/INPC e aumento real de salário, além de uma série de cláusulas sociais, entre elas, a licença maternidade de seis meses para as mães comerciárias.
Agora, cabe a cada comerciário e comerciária o compromisso de lutar, junto com o Sindicato, para garantir as conquistas que
tanto queremos.
Contas aprovadas por unanimidade
Em Assembleia Geral realizada dia 30 de abril, os comerciários e comerciárias aprovaram, por unanimidade, a prestação de contas do Sindicato relativas ao ano de 2009. O edital de convocação foi publicado em jornal de circulação estadual (Jornal A Notícia) edição do dia 24 de abril de 2010.
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Licença maternidade de 180 dias
para todas as comerciárias
É isso que o Sindicato quer. E é fácil. Basta que as empresas façam o cadastro de adesão ao Programa Empresa Cidadã, da Receita Federal (Lei nº 11.770/08. O cadastro pode ser preenchido pela Internet. Todos saem ganhando. A mãe e o filhoque têm a chance de estreitarem os vínculos do amor com saúde, e o patrão, que tem o valor gasto descontado do imposto de renda devido. Duas empresas de Jaraguá do Sul já aderiram ao programa e deram o exemplo, através da intervenção do Sindicato: a Havan e a KG Motos. “Negociamos para que
as demais empresas da categoria sigam o exemplo e façam a adesão, valorizando a mãe comerciária no momento mais bonito de suas vidas”, conclama Ana Roeder. |
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Junho/2010
Apenas 22% dos comerciários
têm carteira assinada, no país
A regulamentação da profissão de comerciário poderá ajudar na redução da informalidade no setor que tem 34,5 milhões de trabalhadores, sendo que apenas 7,3 milhões têm carteira assinada, o que equivale a 22% da categoria. A partir do momento que não se contrata com carteira assinada, há uma reação em cadeia, prejuízo para todo o mundo. Isso porque deixa de recolher Previdência Social, Fundo de Garantia, encargos com o trabalhador e para a União. A falta de
regulamentação traz problemas como jornada prolongada, não pagamento de horas extras e exploração de banco de horas. Segundo pesquisa elaborada pelo Dieese, em 2009, 30% dos empregos gerados no país foram do setor de comércio, o que representa 297.175 empregos criados de um total de 995.110 novos empregos no Brasil. De acordo com a pesquisa, a média de horas trabalhadas pelos profissionais do comércio é de 46 horas semanais nas regiões metropolitanas. Quando se fala em horas médias, em alguns lugares essa jornada representa 48, 50 e até 52 horas semanais. A pesquisa apontou que os comerciários têm uma das remunerações mais baixas (só perdem para os trabalhadores domésticos). A remuneração média da categoria está entre R$ 625,00 e R$ 1.078,00. (Por Roberta Lopes/Abr)
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BOLETIM JUN-JUL/2010
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Junho/2010
Luta é de todos
e para todos
Como acontece todos os anos, estamos em mais uma campanha salarial. Período em
que precisamos como nunca do comprometimento das
trabalhadoras e trabalhadores comerciários, sem distinção.
A campanha salarial 2010/2011 deve ser feita com a participação da
base e esse processo já foi colocado em prática com a realização das assembléias
regionais, ocorridas no mês de junho. Desta forma, com o
direito à voz e voto, comerciários e comerciárias tiveram a oportunidade
de expressar suas opiniões, escolher o melhor para a maioria, mesmo que esse
melhor seja o dissídio coletivo, isto é, quando o Sindicato leva a questão para
a Justiça, por falta de acordo na negociação salarial. Não é isto que queremos,
mas antevemos uma luta árdua e a intransigência da classe patronal é nossa velha
conhecida. Nós, da diretoria do Sindicato, reiteramos mais uma vez nosso
compromisso com a classe trabalhadora, com os comerciários e comerciárias que,
com muito orgulho e honra, representamos. Nessa caminhada sindical, priorizamos
a luta por melhores salários e condições de trabalho e atuamos com total
transparência, em todas as situações. A questão financeira, por exemplo: todo o
dinheiro pago pelo associado é revertido em benefícios para a categoria; na
compra de material escolar, convênios na área da saúde e serviços e lazer. Quem,
por ventura, se arrisca a dizer que não precisa de Sindicato, está equivocado,
totalmente enganado e a mercê do patrão. Não seja injusto para não ser
injustiçado. Venha para o Sindicato e participe de todas as conquistas.
Ana Roeder
Presidente do Sindicato |
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Junho/2010
Registro
eletrônico
a partir de agosto
A partir de agosto de 2010 haverá mudanças no Registro
Eletrônico de Ponto, que trarão benefícios ao trabalhador,
evitando alterações indevidas e fornecendo um ticket
impresso de cada registro ao funcionário, como comprovante.
Atendendo solicitação dos trabalhadores, através de
Sindicatos e Centrais Sindicais, o Ministério do Trabalho
editou Portaria nº 1.510 de 2009, que disciplina o Registro
Eletrônico de Ponto - REP e o Sistema de Registro Eletrônico
de Ponto – SREP. A Portaria estabelece a obrigatoriedade de,
a partir de agosto, os equipamentos de registro de entrada e
saída dos empregados terem uma impressora que imprima os
horários registrados pelo empregado, um para cada registro
diário, devendo os tickets serem emitidos para cada
empregado, arquivados por cinco anos, além de conter memória
que preserve os dados para evitar qualquer alteração. Com a
medida, o Governo pretende diminuir as adulterações nos
cartões ponto bem como ações trabalhistas. |
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